Eu sabia que eu ia me ferrar,
aviso não faltou.
Meu corpo falou,
a voz da minha cabeça gritou,
mas eu preferi abraçar a minha teimosia.
Não teve erro,
me ferrei.
Por mais que eu saiba,
eu sou do tipo que precisa ver pra crer.
Vi, senti, aprendi.
Toda vez que não ouço a minha intuição,
machuco o meu coração.
E assim eu sigo,
entre intuição e teimosia,
a luta é constante,
mas a lição é clara:
Ouvir a si mesmo
é sempre a melhor saída,
seja pela voz do corpo,
seja pela voz da intuição.
E se mesmo assim eu falhar,
e a teimosia me vencer,
que eu possa aprender,
e não desistir de tentar.
No fim, aprender
é o que sempre vale.