Chegou a hora da gente fazer aquele balanço sincero de como foi o nosso ano.

"Uma reflexão sobre como os altos e baixos do caminho moldam quem a gente é e a importância de olhar para o próprio ano com carinho."

Conforme o final do ano vai se aproximando, a gente meio que sente a necessidade de fazer uma pausa, olhar pelo espelho retrovisor e entender tudo o que se passou nesses últimos meses. É um movimento quase natural.

A gente precisa colocar na mesa tudo o que viveu: as vitórias que comemorou, as perdas que doeram, os planos que deram certo e aqueles que mudaram no meio do caminho.

Fazer essa leitura não é para julgar se o ano foi “bom” ou “ruim”, mas para entender como cada uma dessas coisas foi importante pra moldar a pessoa que a gente é hoje.

A vida é esse eletrocardiograma que precisa subir e descer pra gente continuar vivo.

A gente tem a ilusão de que um ano perfeito seria uma linha reta só de coisas boas, conquistas e alegrias sem fim. Só que a vida real não funciona assim (e ainda bem.)

Pra gente continuar vivo, a linha precisa subir e descer o tempo todo.

Os momentos de pico trazem a empolgação e a felicidade, mas são os momentos de queda que nos forçam a parar, ajustar a rota e amadurecer. Um ano completo é feito justamente dessa mistura. Se tudo fosse plano e previsível, a gente estaria anestesiado.

(Neste texto aqui, eu reflito um pouco mais sobre isso, caso queira ler, só clicar aqui.)

Reconhecer o que a gente perdeu no caminho faz parte do processo de crescer.

Fazer um balanço sincero exige a coragem de olhar para as perdas sem tentar mascarar nada. E perda aqui não é só sobre quem partiu, mas também sobre projetos que não vingaram, ciclos que se encerraram e expectativas que a gente precisou soltar.

Perder faz parte do movimento de abrir espaço para o novo entrar.

Quando a gente aceita que nem tudo foi feito para durar pra sempre, a gente para de encarar o fim das coisas como um fracasso. Cada encerramento traz uma lição silenciosa que prepara a gente pro próximo passo.

Comemorar as pequenas vitórias dá o sentido real para a nossa jornada.

(Eu não canso de repetir isso.) No meio da correria do dia a dia, a gente costuma deixar passar batido os momentos bons que viveu. A gente conquista algo que queria muito, comemora por cinco minutos e já pula pro próximo problema.

Olhar pra trás com carinho é resgatar esses pequenos respiros de alegria.

Aquele abraço apertado num dia difícil, uma social com os amigos, um projeto simples que saiu do papel ou aquele momento de paz no final do dia. São esses pequenos momentos de felicidade, somados ao longo dos meses, que dão o colorido real para o nosso ano.

Crescer e amadurecer é justamente isso: é ter a coragem de olhar pra trás com o peito aberto e agradecer por cada curva do caminho. Afinal, a gente só é o que é hoje, agora, por conta de tudo aquilo que viveu e superou.


💬 E quando você para um pouco, olha pra trás e faz o balanço do seu ano, o que é que mais se destaca na sua trajetória? Vamos trocar uma ideia aqui nos comentários! 🧡

@WellasDiniz


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Wellas Diniz 🧡
Wellas Diniz 🧡

Escritor, produtor audiovisual, videomaker e editor de vídeos para cinema, TV e internet. Amo ler e escrever sobre motivação e acredito que palavras são capazes de transformar o dia de alguém.

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