Sabe todo aquele cuidado, carinho e prioridade que a gente costuma ter com as outras pessoas? A gente esquece com uma facilidade enorme de aplicar na gente mesmo.
O problema de não cultivar o amor próprio é que a gente vai aceitando o pouco. Aceita o mínimo, aceita o morno, aceita ser tratado de qualquer jeito e, em casos mais graves, nem percebe quando o outro tá machucando. É como se a gente perdesse o parâmetro do que realmente merece.
Se a gente não se amar, se respeitar e se enaltecer, como podemos esperar que outra pessoa faça isso por nós?
Cultivar amor próprio não é sobre egoísmo e nem sobre deixar de cuidar dos outros. É sobre entender que a primeira pessoa da fila precisa ser você. É olhar para dentro, acolher suas imperfeições, cuidar da sua saúde mental e não aceitar menos do que a sua paz exige.
O amor-próprio não nasce da noite para o dia, é uma escolha diária de não se abandonar no meio do caminho.
Trate a si mesmo com o mesmo afeto que você distribui por aí. Não espere um momento difícil chegar para se priorizar. Reconheça o seu valor hoje e se apaixone por você de novo.
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