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CAPÍTULO 28: Ai da gente, se não fossem os perrengues.

Em algum momento da sua vida você já se frustrou, porque as coisas não saíram exatamente do jeito que você estava planejando?

Você já sentiu que parece que as coisas só não dão certo para você?

Cheguei a uma conclusão.

Eu já estive nesse lugar, questionando por que sempre havia algo fora de controle. Por muito tempo, acreditei que era só comigo que esses obstáculos surgiam, até que uma conclusão me iluminou…

Cada experiência conta.

Percebi que, talvez, sem todos os conflitos internos e externos, sem ter saído da minha zona de conforto em busca de algo mais, eu não seria a pessoa que sou hoje. 

Cada experiência vivida longe de casa contribuiu para meu crescimento pessoal e autoconhecimento.

Se não tivesse sido demitido do meu primeiro emprego, em um momento de extrema necessidade, não teria desbravado novos horizontes, nem descoberto novos talentos dentro de mim.

A pior crise financeira que enfrentei foi um marco em minha vida, pois aprendi o verdadeiro valor da economia. Através das lágrimas derramadas, entendi a importância dos dias cheios de risadas contagiantes e libertadoras.

Traições de amigos me ensinaram a importância do autocuidado ao me aproximar das pessoas, valorizando relações verdadeiras e saudáveis. 

Se minha página de vídeos tivesse alcançado grande sucesso, talvez nunca tivesse descoberto minha paixão pela escrita, meu plano B que se tornou essencial hoje para minha vida e sustento.

As críticas recebidas quando pensei ter dado o meu melhor em alguns trabalhos impulsionaram minha busca constante pela evolução.

E se não fossem minhas desistências diárias, jamais saberia o que é tirar forças de onde não há, recomeçando e persistindo.

Hoje eu agradeço pelas situações que me obrigaram a sorrir mesmo quando estava quebrado por dentro. Através desses momentos, aprendi o valor da inteligência emocional e da resiliência.

São tantas coisas que, se tivessem sido diferentes, eu não seria quem sou hoje, não teria a visão que tenho, nem o aprendizado adquirido. 

Sem romantizar perrengues.

Não romantizo os perrengues, pois todos almejamos uma vida plena e sem problemas, mas a realidade é que a vida não segue uma linha reta. Não somos nós que moldamos a vida, mas sim a vida que nos molda, por meio das situações que enfrentamos.

Então, quem a gente seria se a nossa vida fosse feita apenas de maravilhas?

Abraçar os perrengues é uma parte fundamental da nossa caminhada, eles nos fortalecem e nos impulsionam a nos tornarmos versões melhores de nós mesmos.

Ai da gente se não fossem os perrengues. Eu tenho certeza que a gente não seria tão forte como somos hoje.

@WellasDiniz


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Wellas Diniz
Escritor, produtor audiovisual, criador de conteúdo digital, editor de vídeos para cinema, TV e internet. Amo ler e escrever sobre motivação e acredito que uma boa troca de ideias é capaz de transformar o dia de alguém.

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